Na última sexta-feira, 1/05 a Dra. Tânia Dias - Infectologista do Hospital Adventista Silvestre, concedeu entrevista em rede à Rádio Novo Tempo relativa ao tema de potencial pandemia, a Gripe Suína. Um surto de gripe A (nome oficial conferido pela OMS desde 29 de Abril de 2009), também chamada gripe suína ou gripe mexicana, cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009, veio a espalhar-se pelo mundo, tendo começado pela América do Norte atingindo pouco tempo depois a Europa e a Oceania. O vírus foi identificado como Influenza A, subtipo H1N1, uma variante nova da gripe suína para a qual não existe uma vacina. Ele contém ADN típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Os sintomas da doença são o aparecimento repentino de febre, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos e fluxo nasal.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou em 25 de Abril que a epidemia é um caso de "emergência na saúde pública internacional", significando que os países em todo o mundo deverão acentuar a vigilância   em relação à propagação do vírus. No dia 27 de Abril a mesma organização elevou o nível de alerta pandémico para 4, o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados. Dois dias depois, no dia 29, OMS eleva para 5 o nível de alerta, o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente. A escala da OMS vai de 1 a 6.